terça-feira, 7 de agosto de 2007

Animais polares em extinção!

Com base no estudo da ONG, o governo dos EUA iniciou um processo de revisão que determinará se a espécie está ameaçada ou não. Caso se conclua que o animal corre risco de extinção, os ursos restantes receberão proteção federal.
O motivo da redução drástica do número de ursos polares seria a redução de seu habitat natural, como conseqüência do aquecimento global.
Mas não é somente o urso polar que sofre esse risco! O processo pode levar à extinção do urso polar, da foca da Gronelândia e de alguns tipos de vegetação, alertam os ambientalistas.
O aquecimento global pode levar ao derretimento substancial do mar de gelo da Gronelândia, implicando o aumento dos níveis do mar em todo o mundo e afectando milhões de pessoas que vivem em cidades particularmente sensíveis à subida dos mares, incluindo Lisboa.
Todos vcs dizem que "é preciso fazer algo urgente", mas tenho certeza que ainda continuam com sua vidinha, consumindo e poluindo como sempre fizeram (inclusive eu). Nós vemos as reportagens, nos comovemos mas depois esquecemos. Vc lembra que seu refrigerador destroi a camada de ozônio? Então porque não desliga? Vc lembra que seu carro polui? Então porque não anda a pé? Sabe porque ainda não fizemos isso? Porque nós na realidade não nos importamos... Nós estamos destinados à extinção.

domingo, 5 de agosto de 2007

As belezas marinhas

Diversos animais estão escondidos no fundo do mar, dois dos mais graciosos serão citados logo a seguir. São eles o cavalo e as arraias marinhas.
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O cavalo marinho é uma espécie de peixe muito curiosa e, no mínimo, exótica. Todos, algum dia, já pararam em frente a um aquário para admirar este peixe. Ele faz um grande sucesso, não só pela sua aparência, mas também pela maneira como nada.
Seu corpo é coberto por placas dérmicas que servem de proteção contra os inimigos. Ele se mantém na posição vertical, utiliza a barbatana dorsal como único meio de propulsão.
Sua capacidade natatória é bastante limitada por isso vive em águas calmas e abrigadas, como estuários, onde existem algas e plantas marinhas. Neste ambiente, o cavalo marinho pode se enrolar mantendo-se imóvel.
O cavalo marinho se alimenta de pequenos moluscos, vermes, crustáceos e plâncton que são sugados através do seu focinho tubular. No aquário ele se alimente de artêmia salina e dáfnias. Alimentos que não se movimentam não serão comidos já que ele não tem costume de ir buscar alimento. Ele come o que estiver passando por ele.
Quanto à sua reprodução, há um aspecto interessante: os ovos são depositados numa bolsa ventral do macho. Após uma parada nupcial, a fêmea deposita os ovos nesta bolsa para então serem incubados, nascendo os juvenis completamente formados, já muito semelhantes aos adultos.
As raias são condríctes (peixes cartilaginosos), ou seja, sua estrutura de sustentação é formada por cartilagem. Atualmente, são conhecidas mais de 950 espécies de peixes cartilaginosos, que se distribuem por todo o mundo, tanto em água salgada quanto doce. Esses peixes podem ser divididos em Holocéfalos (quimeras) e Elasmobrânquios, que por sua vez se dividem em Seláquios (tubarões) e Batóides (raias)Atualmente, acredita-se que as raias tenham evoluído dos tubarões, tendo assumido a forma achatada por nadar rente ao fundo. Seu tamanho varia de alguns centímetros a quase 8 metros de envergadura nas jamantas. A locomoção das raias se dá através de ondulações laterais do corpo ou por ondulações das nadadeiras peitorais. Todas são carnívoras e se alimentam de peixes, crustáceos, moluscos, poliquetas e outros animais marinhos. As maiores, como a raia-gigante e a jamanta, se alimentam de plâncton (pequenos organismos que flutuam na superfície dos mares), pequenos peixes e crustáceos. Algumas raias possuem uma série de espinhos, outras são venenosas e perigosas a mergulhadores. Há também espécies que possuem órgãos elétricos, podendo chegar a descargas elétricas de 240 volts. Existem aproximadamente 340 espécies de raias no mundo e cerca de 60 ocorrem no Brasil.

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Brasil, o país da violência

O Brasil é considerado um dos países mais violentos do mundo. O índice de assaltos, seqüestros, extermínios, violência doméstica e contra a mulher é super alto e contribui para tal consideração. Suas causas são sempre as mesmas: miséria, pobreza, má distribuição de renda, desemprego e desejo de vingança.
A repressão usada pela polícia para combatê-la gera conflitos e insegurança na população que nutrida pela corrupção das autoridades não sabem em quem confiar e decide se defender a próprio punho perdendo seu referencial de segurança e sua expectativa de vida.
O governo, por sua vez, concentra o poder nas mãos de poucos deixando de lado as instituições que representam o povo. A estrutura governamental torna a violência necessária em alguns aspectos para a manutenção da desigualdade social. Não se sabe ao certo onde a violência se concentra, pois se são presos sofrem torturas, maus tratos, descasos, perseguições e opressões fazendo que tenham dentro de si um desejo maior e exagerado de vingança.
Se a violência se concentra fora dos presídios, é necessário que haja um planejamento de forma que se utilize uma equipe específica que não é regida pela força, autoridade exagerada e violenta. Medidas precisam ser tomadas para diminuir tais fatos, mas é preciso que se atente para a estrutura que vem sendo montada para decidir o futuro das cidades brasileiras.
Não é necessário um cenário de guerra com armas pesadas no centro das cidades, mas de pessoal capacitado para combater a violência e os seus causadores. Um importante passo seria cortar a liberdade excessiva que hoje rege o país, aplicar punições mais severas aos que infringirem as regras e diminuir a exploração econômica.

O Pantanal

O Pantanal é uma das maiores extensões úmidas contínuas do planeta e está localizado no centro da América do Sul, na bacia hidrográfica do Alto Paraguai. Sua área é de 138.183 km², com 65% de seu território no estado de Mato Grosso do Sul e 35% no Mato Grosso. A região é uma planície aluvial influenciada por rios que drenam a bacia do Alto Paraguai, onde se desenvolve uma fauna e flora de rara beleza e abundância, influenciada por quatro grandes biomas: Amazônia, Cerrado, Chaco e Mata Atlântica. Pelas suas características e importância esta área foi reconhecida pela UNESCO, no ano 2000, como Reserva da Biosfera, por ser uma das mais exuberantes e diversificadas reservas naturais da Terra.A palavra pântano significa "terra encharcada,muito úmida".É sinônimo de charco ou paul.
O Rio Paraguai e seus afluentes percorrem o Pantanal, formando extensas áreas inundadas que servem de abrigo para muitos peixes, como o pintado, o dourado, o pacu, e também de animais, como os jacarés, as capivaras e ariranhas, entre outras espécies. Muitos animais ameaçados de extinção em outras partes do Brasil ainda possuem populações vigorosas na região pantaneira, como o cervo-do-pantanal, a capivara, o tuiuiú e o jacaré.

Devido a baixa declividade desta planície no sentido norte-sul e leste-oeste, a água que cai nas cabeceiras do rio Paraguai, chega a gastar quatro meses ou mais para atravessar todo o Pantanal. Os ecossistemas são caracterizados por cerrados e cerradões sem alagamento periódico, campos inundáveis e ambientes aquáticos, como lagoas de água doce ou salobra, rios, vazantes e corixos. O clima é quente e úmido, no verão, e frio e seco, no inverno. A maior parte dos solos do Pantanal são arenosos e suportam pastagens nativas utilizadas pelos herbívoros nativos e pelo gado bovino, introduzido pelos colonizadores da região. Preocupada com a conservação do Pantanal a Embrapa instalou, em 1975, emCorumbá, uma unidade de pesquisa para a região, com o objetivo de adaptar, desenvolver e transferir tecnologias para o uso sustentado dos seus recursos naturais. As pesquisas se iniciaram com a pecuária bovina, principal atividade econômica e, hoje, além da pecuária, abrange as mais diversas áreas, como recursos vegetais, pesqueiros, faunísticos e hídricos, climatologia, solos, avaliação dos impactos causados pelas atividades humanas e sócio-economia. O Pantanal é uma planície de aproximadamente 230 mil km², medida estimada pelos estudiosos que explicam que dificilmente pode ser estabelecido um cálculo exato de suas dimensões, por em vários pontos ser muito difícil estabelecer onde começa e onde termina o Pantanal e as regiões que o circundam, além de a cada fechamento de ciclo de estações de seca e de águas o Pantanal se modifica.
Sua área é de 138.183 km², 64,64% em Mato Grosso do Sul e 35,36% em Mato Grosso. Considerada uma das maiores planícies de sedimentação do planeta, o Pantanal estende-se pela Bolívia, Paraguai e Argentina, países em que recebe outras denominações, sendo Chaco a mais conhecida.

O Pantanal vive sob o desígnio das águas: ali, a chuva divide a vida em dois períodos bem distintos. Durante os meses da seca — de maio a outubro, aproximadamente —, a paisagem sofre mudanças radicais: no baixar das águas, são descoberto campos, bancos de areia, ilhas e os rios retomam seus leitos naturais, mas nem sempre seguindo o curso do período anterior. As águas escorrem pelas depressões do terreno, formando os corixos (canais que ligam as águas de baías, lagoas, alagados etc. com os rios próximos).